Retalhos de pensar

Amostra de momentos essencialmente centrados no pensamento, sem enfoque no molde, descaracterizados, desprovidos portanto de pretensão artística no sentido mais literário da palavra. Vem assim permitir abranger um conjunto de notas/textos de um passado já distante, alguns dos quais eventualmente de algum interesse para alguma pessoa. Não se lhes cinge porém no seu pretexto de exposição, aberto à actualização por textos recentes cujo âmbito se insira de alguma forma no supracitado.

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Localização: Lisbon, Portugal

sexta-feira, maio 12, 2006

some vague guidelines

Uma mera síntese de pequenos pontos a ter presentes, quando possível. (13-9-2005)

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valho por quem sou.
tentar não perder o controlo sobre a importância das cenas (no sentido de gravidade).
não esquecer que o controlo que perder, não importa, o que não conseguir dizer, azar, tentar não pensar mais nisso, mas de uma forma não destrutiva, tentar relaxar em simultâneo.
não fomentar a obsessão de ter que conseguir algo que visivelmente estou a ficar demasiado nervoso para tentar, no sentido de estar a ficar demasiado stressável para manter o contacto com as vontades e para processar sem drama os acontecimentos, para não fomentar suspeitas que surjam.
sempre que bem e descontraído, aproveitar pra tentar comunicar, mas sem "auto-imposição autoritária", e durante a tentativa, acima de tudo tentar evitar o evitamento e exprimir coisas mesmo que com dificuldade, tentando saber que tal não faz diferença.
mais uma vez, quando estiver a ser dificil e começarem a sentir-se limitações como que inultrapassáveis, não faz mal. não se trata de "falhar", não se trata de ser um falhado. quando não tá a dar, não tá a dar.
tentar manter a perspectiva nos intervalos dos acontecimentos, integrando o que se passou neste género de pensamentos.