partilha e exposição social
De 8 de Janeiro deste ano. A primeira frase destes pensamentos bem podia ser relativa ao teor deste blog.
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O que fomenta isto é esta absurda necessidade de partilha, de exposição firme das coisas em análise, sem excesso de sensações agrilhoantes de exposição.
O que me agrada quando vou deambulando pelas ruas, é a gradualidade com que se alteram os estados de alma em função dessa mesma gradualidade aplicada ao grau dessa mesma exposição, de quanto ela é bem sucedida segundo a medida da conclusividade e da fluência do pensamento a descoberto, e da premissa que é a verificação, em larga escala, do inofensivo, bastante generalizado e positivo, que é o do meio. É portanto obviamente o consertar de feridas emocionais, e para lá dos pensos rápidos, o seu sarar, sem ser em concreto mais que uma situação feita de gente e de casual abordagem a essa gente.
Mesmo no fincar o pé em pensamentos próprios a voz alta, destituídos de qualquer propósito específico e de qualquer direcção individual (falar para o ar, grosso modo), se não se encara a objectividade de um diálogo, ainda que em esboço, e rapidamente destituído dessa sua condição, pelo menos treina-se sem artificialidade (e só enquanto maioritáriamente assim for) o evitar a cedência que é feita quando se concretiza à pressa uma qualquer frase, ou quando se disfarça uma forma de retrair do discurso, em vez de permitir à imaginação a sua liberdade de se concluir sem métrica nenhuma, e de se perseguir apenas na geometria do seu impulso de caçadora.
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O que fomenta isto é esta absurda necessidade de partilha, de exposição firme das coisas em análise, sem excesso de sensações agrilhoantes de exposição.
O que me agrada quando vou deambulando pelas ruas, é a gradualidade com que se alteram os estados de alma em função dessa mesma gradualidade aplicada ao grau dessa mesma exposição, de quanto ela é bem sucedida segundo a medida da conclusividade e da fluência do pensamento a descoberto, e da premissa que é a verificação, em larga escala, do inofensivo, bastante generalizado e positivo, que é o do meio. É portanto obviamente o consertar de feridas emocionais, e para lá dos pensos rápidos, o seu sarar, sem ser em concreto mais que uma situação feita de gente e de casual abordagem a essa gente.
Mesmo no fincar o pé em pensamentos próprios a voz alta, destituídos de qualquer propósito específico e de qualquer direcção individual (falar para o ar, grosso modo), se não se encara a objectividade de um diálogo, ainda que em esboço, e rapidamente destituído dessa sua condição, pelo menos treina-se sem artificialidade (e só enquanto maioritáriamente assim for) o evitar a cedência que é feita quando se concretiza à pressa uma qualquer frase, ou quando se disfarça uma forma de retrair do discurso, em vez de permitir à imaginação a sua liberdade de se concluir sem métrica nenhuma, e de se perseguir apenas na geometria do seu impulso de caçadora.

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