Acerca da sociedade
Mais uma aproximação a parte do que observo e sinto na sociedade, pequeno mote à reflexão.
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Que é que eles sabem?
É tudo uma questão de clima, de uma tensão permanente. A forma de dirigir e interpretar é vista com naturalidade, e joga-se apenas para lá disso. Do lado de lá de um circo de barreira. Sem reflexão na norma, sem cérebro que não o hábito, o sentir prematuramente as presenças em redor, a interferência permanente enquanto possível almejando a definição clara dos objectivos, meios e características de cada um, do ponto de vista do rótulo e da possibilidade de interacção associada a esse rótulo.
Custa-me, ainda, assimilar a mentalidade deste todo social, tão prevalecente. E tal é-me ainda muita estranheza, quando nas alturas em que, vagueando por entre eles, me mergulho o suficiente, despreocupação e desenvoltura, reconheço nesta estrutura de percepções e caminhos sobre a qual eles assentam, uma grande naturalidade aliada, percebo que há estabelecimentos tão profundos desta mecânica do mundo que são como que premissas do ser, sobre as quais então existe a posterior construção, como que todo o pensamento e o conteúdo presente só pudessem ser válidos se apoiados nela. Custa-me rever-me, humano, nesta mixórdia de lassitude, susceptibilidade, extroversão da frase e postura tidas como método, tidas como a obrigatoriedade enquanto membros de um padrão de eventos assumidos ou perseguidos normais, tida como parte integrante de uma despreocupação com exigências que se formou constante.
Filosofias de estar na vida, diferenças, minimizadas pelo aborrecimento de jogo que se pode tornar a interjeição, vista de fora.
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Que é que eles sabem?
É tudo uma questão de clima, de uma tensão permanente. A forma de dirigir e interpretar é vista com naturalidade, e joga-se apenas para lá disso. Do lado de lá de um circo de barreira. Sem reflexão na norma, sem cérebro que não o hábito, o sentir prematuramente as presenças em redor, a interferência permanente enquanto possível almejando a definição clara dos objectivos, meios e características de cada um, do ponto de vista do rótulo e da possibilidade de interacção associada a esse rótulo.
Custa-me, ainda, assimilar a mentalidade deste todo social, tão prevalecente. E tal é-me ainda muita estranheza, quando nas alturas em que, vagueando por entre eles, me mergulho o suficiente, despreocupação e desenvoltura, reconheço nesta estrutura de percepções e caminhos sobre a qual eles assentam, uma grande naturalidade aliada, percebo que há estabelecimentos tão profundos desta mecânica do mundo que são como que premissas do ser, sobre as quais então existe a posterior construção, como que todo o pensamento e o conteúdo presente só pudessem ser válidos se apoiados nela. Custa-me rever-me, humano, nesta mixórdia de lassitude, susceptibilidade, extroversão da frase e postura tidas como método, tidas como a obrigatoriedade enquanto membros de um padrão de eventos assumidos ou perseguidos normais, tida como parte integrante de uma despreocupação com exigências que se formou constante.
Filosofias de estar na vida, diferenças, minimizadas pelo aborrecimento de jogo que se pode tornar a interjeição, vista de fora.

1 Comments:
100%. Não te cansa estar e observar e analisar? Eu custa-me. Custa-me as pessoas, custa-me o ser maquinal e vivo que o todo é. Porque é que temos que olhar os outros ou sequer percebê-los?
Vamos revolucionar a filosofia e ser uma ilha.
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Filipe
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