stress grotesco
De 21 de Fevereiro.
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Voltei a sentir um stress grotesco. Diferente de quando se está triste ou nervoso, mas "bem", ou melhor, com algum equilíbrio, alguma calma ou indiferença por baixo. Neste, haja o que houver por baixo, tudo treme. Nada é repouso, mesmo a pretensa calma não o é. À flor da pele, um ror de sensações ora de respostas impetuosamente preocupadas, ora de irreflectida tendência emocional para o negativismo, não no sentido filosófico, mas no emocional, reforço.
E no entanto, foi coisa pouca. Mero resultado de um dia de actividade social, da típica sensação de incompletude que se foi acumulando, e principalmente, de alguma gota de água no final do dia, em que já dificilmente não é demais, dificilmente se encarna o pensamento suavizador ou minimamente frontal face ao complexo. Gota de água essa, sob a típica forma de impossibilidade, de sensação de impotência exponenciada pela continuidade da mesma, face a algum contratempo ou sucessão de contratempos cuja atitude natural que invocam envolveria a comunicação clara e liberta, rara nessa altura, e de um ciclónico crescente de impossível face à submissão interpretada.
Mas caramba, já está. Hoje é hoje, e as réstias são já só réstias, cinzas a destoar na cor de pele.
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Voltei a sentir um stress grotesco. Diferente de quando se está triste ou nervoso, mas "bem", ou melhor, com algum equilíbrio, alguma calma ou indiferença por baixo. Neste, haja o que houver por baixo, tudo treme. Nada é repouso, mesmo a pretensa calma não o é. À flor da pele, um ror de sensações ora de respostas impetuosamente preocupadas, ora de irreflectida tendência emocional para o negativismo, não no sentido filosófico, mas no emocional, reforço.
E no entanto, foi coisa pouca. Mero resultado de um dia de actividade social, da típica sensação de incompletude que se foi acumulando, e principalmente, de alguma gota de água no final do dia, em que já dificilmente não é demais, dificilmente se encarna o pensamento suavizador ou minimamente frontal face ao complexo. Gota de água essa, sob a típica forma de impossibilidade, de sensação de impotência exponenciada pela continuidade da mesma, face a algum contratempo ou sucessão de contratempos cuja atitude natural que invocam envolveria a comunicação clara e liberta, rara nessa altura, e de um ciclónico crescente de impossível face à submissão interpretada.
Mas caramba, já está. Hoje é hoje, e as réstias são já só réstias, cinzas a destoar na cor de pele.

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