interrogação em tempo de arrastos
De ontem de madrugada.
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Já de há bastantes dias, noto uma menor mão em mim, um arrasto social, como já o tenho vindo a fazer notar, novamente e cada vez mais patente. Volto a interessar-me pelas pequenas abstracções imediatas do palpável, pela companhia minuciosa. Volto, assim, a estar mais permeável aos igualmente pequenos desconfortos, ao cérebro a operar sobre insignificâncias difusas, mal coladas. Nestes termos, mais facilmente se me esvaziará a sensação de presença, com o acumular de insuficiências e de enganos imponderados e nervosos do imediato lasso?
Verdade é que neste recente contexto me é pouco claro se sequer me é tangível o quadro geral da identidade, do sentimento e da situação. Será que se vão perdendo as estribeiras da paz, na metafísica da incerteza?
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Já de há bastantes dias, noto uma menor mão em mim, um arrasto social, como já o tenho vindo a fazer notar, novamente e cada vez mais patente. Volto a interessar-me pelas pequenas abstracções imediatas do palpável, pela companhia minuciosa. Volto, assim, a estar mais permeável aos igualmente pequenos desconfortos, ao cérebro a operar sobre insignificâncias difusas, mal coladas. Nestes termos, mais facilmente se me esvaziará a sensação de presença, com o acumular de insuficiências e de enganos imponderados e nervosos do imediato lasso?
Verdade é que neste recente contexto me é pouco claro se sequer me é tangível o quadro geral da identidade, do sentimento e da situação. Será que se vão perdendo as estribeiras da paz, na metafísica da incerteza?

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